domingo, 21 de março de 2010
O Cassino de Montréal...
Quando vi de longe, ainda dentro do ônibus, aquele prédio imenso com formato de um transatlântico fiquei besta. A estrutura é realmente incrível!
Inocente que sou pedi ao meu namorado para que levasse sua super máquina profissional, afinal o lugar merecia fotos à altura. Não, eu realmente não imaginei que jamais seria permitido fazer fotos lá dentro.
Então passamos a primeira porta, os seguranças logo pediram para deixar a mochila e casacos no guarda-volumes e finalmente entramos. Uau! Luzes piscando, barulhinhos eletrônicos sincronizados e muitos velhinhos felizes. Essa foi a minha primeira impressão. Depois de andar um pouco, subir e descer todos os quatro ou cinco andares percebi que estava num mundo à parte. As luzes e os barulhos das máquinas são chocantes, por alguns segundos me senti um pouco drogada, como quando você toma algum alucinógeno. E então entendi porque tanta gente perde quantias importantes naquelas maravilhosas maquininhas “papa-tudo”.
Além dos velhinhos felizes, vi muita gente nova, homens e mulheres, pessoas com alguma deficiência física e também vi gente triste lá dentro. Alguns não escondiam a riqueza, outros não faziam questão de pertencer a esse mundo, estavam ali para jogar, quem sabe ganhar alguma coisa e só.
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