E ela terminou por comer sozinha a pizza que trouxera
E não usou garfo nem faca
E de boca aberta mastigou, com força
... como se protestasse o momento infeliz.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Ainda sobre os Canadiens
Falando nisso, quem quiser conhecer momentos marcantes da trajetória dos Canadiens pode assistir Pour toujours les Canadiens (Para sempre Canadiens). Um tanto dramático, mas bastante fiel à paixão dos quebecois pelo time.
Sinopse: Filmado em 2008, mostra momentos da história do Clube de Hockey Canadien, desde sua criação.
William Lanctôt-Couture, 17 anos, é a estrela da equipe de hockey do Colégio Francês. No fim do ano, pouco antes do Natal, ele começa a ter problemas com seu desempenho e passa a ser desmotivado por seu treinador, que o culpa por falta de espírito de equipe.
Em casa, mais problemas. Seu pai sempre preocupado em terminar o documentário sobre o Centenário do Clube de Hockey Canadiens, esquecendo assim de suas obrigações familiares, enquanto sua mãe, a enfermeira Michelle, dedica quase todo seu tempo livre a um paciente na espera do transplante de rins, Daniel Delage, de 10 anos. O pequeno garoto, vindo de uma família com 6 crianças, foi transportado de Val d'Or. Sua determinação e coragem impressionou toda a equipe do hospital Sainte-Justine, já que seu amor pelo hockey não o deixa desistir de viver. A história dos dois jovens se unem pelo amor ao hockey.
Meloso, mas vale a pena como sessão da tarde...
Sinopse: Filmado em 2008, mostra momentos da história do Clube de Hockey Canadien, desde sua criação.
William Lanctôt-Couture, 17 anos, é a estrela da equipe de hockey do Colégio Francês. No fim do ano, pouco antes do Natal, ele começa a ter problemas com seu desempenho e passa a ser desmotivado por seu treinador, que o culpa por falta de espírito de equipe.
Em casa, mais problemas. Seu pai sempre preocupado em terminar o documentário sobre o Centenário do Clube de Hockey Canadiens, esquecendo assim de suas obrigações familiares, enquanto sua mãe, a enfermeira Michelle, dedica quase todo seu tempo livre a um paciente na espera do transplante de rins, Daniel Delage, de 10 anos. O pequeno garoto, vindo de uma família com 6 crianças, foi transportado de Val d'Or. Sua determinação e coragem impressionou toda a equipe do hospital Sainte-Justine, já que seu amor pelo hockey não o deixa desistir de viver. A história dos dois jovens se unem pelo amor ao hockey.
Meloso, mas vale a pena como sessão da tarde...
Os fanáticos por futebol que me desculpem, mas prefiro Hockey.
Não que eu entenda as regras, melhores jogares, adversários, etc, mas desde que cheguei em Montréal tenho uma queda sim por esse esporte, que até então, pouco havia ouvido falar.
Pensando bem, acho que o que chama atenção não é a partida em si, mas a torcida, digna de aplausos pela fidelidade e organização. Imagine como é ver uma cidade inteira torcendo, sem briga ou ofensas, curtindo atentamente cada minuto da disputa e vibrando como crianças (e não como animais) a cada ponto no placar. Impressionante!
É isto que faz a diferença, e não cabe aqui discutir educação ou costumes de cada um. Essas ideias já rondavam meus pensamentos desde o primeiro match, mas ontem, numa disputa classificatória contra o principal adversário, Pittsburgh (ou Penguins, como preferir), os quebecois puderam se orgulhar mais uma vez de ser “Pour toujours les Canadiens”. Com resultado de 5x2 o tricolor que representa o Canada no hockey fez Montréal entrar em ritmo de festa, digno de fim de Copa do Mundo.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
segunda-feira, 3 de maio de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
saudade
Sem tradução.
Sentimento sem preço, sentido por todos, e constantemente presente. E como pode não ter tradução? Talvez porque muita gente a vê como fraqueza, pobreza de espírito... mas será que estes sabem quão nobre pode ser um momento de saudade?
Melódica, poética, gostosa!
Estado de espírito que ultrapassa os limites e transparece.
Invade e esgota e transborda.
Sentimento sem preço, sentido por todos, e constantemente presente. E como pode não ter tradução? Talvez porque muita gente a vê como fraqueza, pobreza de espírito... mas será que estes sabem quão nobre pode ser um momento de saudade?
Melódica, poética, gostosa!
Estado de espírito que ultrapassa os limites e transparece.
Invade e esgota e transborda.
terça-feira, 23 de março de 2010
Não há nada de genial nisto
Segura a raiva que ela é toda sua. Quem mandou escolher?
Avisa seu corpo que não deve sofrer, e sua mente, que não deve descontar em seu corpo. Problema dela se pensa demais. Quem mandou não ligar o foda-se?
Paciência, vinde a mim! Faça de meus pensamentos sua moradia, mas temporariamente, quando a raiva bater à porta. Culpa sua, quem mandou escolher?
Não há nada de genial em sofrer pelo outro, por motivos imbecis.
Não há nenhum gênio aqui, presente.
Avisa seu corpo que não deve sofrer, e sua mente, que não deve descontar em seu corpo. Problema dela se pensa demais. Quem mandou não ligar o foda-se?
Paciência, vinde a mim! Faça de meus pensamentos sua moradia, mas temporariamente, quando a raiva bater à porta. Culpa sua, quem mandou escolher?
Não há nada de genial em sofrer pelo outro, por motivos imbecis.
Não há nenhum gênio aqui, presente.
domingo, 21 de março de 2010
O Cassino de Montréal...
Quando vi de longe, ainda dentro do ônibus, aquele prédio imenso com formato de um transatlântico fiquei besta. A estrutura é realmente incrível!
Inocente que sou pedi ao meu namorado para que levasse sua super máquina profissional, afinal o lugar merecia fotos à altura. Não, eu realmente não imaginei que jamais seria permitido fazer fotos lá dentro.
Então passamos a primeira porta, os seguranças logo pediram para deixar a mochila e casacos no guarda-volumes e finalmente entramos. Uau! Luzes piscando, barulhinhos eletrônicos sincronizados e muitos velhinhos felizes. Essa foi a minha primeira impressão. Depois de andar um pouco, subir e descer todos os quatro ou cinco andares percebi que estava num mundo à parte. As luzes e os barulhos das máquinas são chocantes, por alguns segundos me senti um pouco drogada, como quando você toma algum alucinógeno. E então entendi porque tanta gente perde quantias importantes naquelas maravilhosas maquininhas “papa-tudo”.
Além dos velhinhos felizes, vi muita gente nova, homens e mulheres, pessoas com alguma deficiência física e também vi gente triste lá dentro. Alguns não escondiam a riqueza, outros não faziam questão de pertencer a esse mundo, estavam ali para jogar, quem sabe ganhar alguma coisa e só.
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